segunda-feira, 5 de outubro de 2009

meu artífice (em sonho)


em sua boca meus seios foram moldados
em sua língua meu sexo foi esculpido
minha carne foi tingida da cor do seu amor
minha epiderme assumiu a textura da sua dor
sou obra sua
você me recriou


junho/2008



8 comentários:

Jens disse...

Sem palavras, Sandrix, só aplausos: Clap! Clap! Clap!
Poema soberbo.

Um beijo.

Moacy Cirne disse...

Um belo - e forte - poema.
O Balaio o acolherá, certamente.

Um beijo.
Como vão os seus estudos?

BAR DO BARDO disse...

Muito bem, Sandra!
Difícil escrever assim...

Se puder, sugiro os textos em
http://hpoivre.blogspot.com

Felicidades!

Moacy Cirne disse...

Sandra Sandra:
o Balaio e você.

Beijos.

Marcelo Novaes disse...

Sandra,




Pintura e escultura em alto estilo.





Beijos,









Marcelo.

Acantha disse...

Tão bom te ler, Sandrusca!!!
Mils beijos!!!!!

Cris disse...

Oi, Sandra,

Lindo poema. Teu poder de síntese é maravilhoso.

Beijão.

orlando pinhº d-silva disse...

ouro!