quinta-feira, 22 de novembro de 2007
domingo, 18 de novembro de 2007
sábado, 17 de novembro de 2007
prêmio
Recebi o Prêmio Escritores da Liberdade do meu querido amigo Jens. Pois é, disse a mim mesma que não iria aceitar nenhum outro prêmio. Agora cá estou, divulgando a premiação: não estou em condições de rejeitar mimos. Obrigada, Jens. Você é um anjo. Olha só, tomei a liberdade de dar um colorido ao certificado só pra combinar com esse refúgio. Tudo bem?Beijos e grata pelo carinho, viu?
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
desalento
já não sei a quem falas
certamente não mais a mim
já encontraste um novo regaço
e eu
flor de lótus
jaz (mim)
certamente não mais a mim
já encontraste um novo regaço
e eu
flor de lótus
jaz (mim)
sábado, 10 de novembro de 2007
bugigangas
susto eficiente é aquele que faz a gente
enxergar pela ótica da lua
***
se não há luar como o do sertão
que mal há em ser tão lunar?
***
chegou do sertão
trazendo sol e baião
me arreganhei todinha...
***
há samba na poesia
só não bebe quem é cego
***
faça um poema
coma a clara
e gema
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
meus versos são teus
depois da regra
sangro novamente
com música indiana
sou flor de lótus
você
é a reg(r)a
terça-feira, 6 de novembro de 2007
cabra da peste...
você confunde minha bunda
pensa que é a bunda das outras
mas veja bem, meu amor
nenhuma delas tem a marca
marca sem patente, sem precedente
a marca vermelha do teu dente
a marca da marca da tua mordidacabradapeste
pensa que é a bunda das outras
mas veja bem, meu amor
nenhuma delas tem a marca
marca sem patente, sem precedente
a marca vermelha do teu dente
a marca da marca da tua mordidacabradapeste
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Amor no Planeta Vermelho
estou nua e crua
estou quente
estou quente
úmida
e meu sexo de Vênus revira-se pelo avesso
nesse amor insano
ao Homem de Marte
domingo, 4 de novembro de 2007
Acho Que Te Vi Sorrir
Não me fale da morte
se nossa história foi de alegria
Apenas faltou-me a sorte
eternamente em euforia
Teu claro-escuro barroco
fez-me a mais feliz das mulheres
Se não posso te ter como louco
ao menos lava esses talheres!
Não se aborreça, meu amor
com a minha piadinha
Já disse que sou de humor
não faço drama, faço gracinha
E vou ficando por aqui
que não sou mulher de soneto
E teu amor que vejo sorrir
carrego como amuleto
se nossa história foi de alegria
Apenas faltou-me a sorte
eternamente em euforia
Teu claro-escuro barroco
fez-me a mais feliz das mulheres
Se não posso te ter como louco
ao menos lava esses talheres!
Não se aborreça, meu amor
com a minha piadinha
Já disse que sou de humor
não faço drama, faço gracinha
E vou ficando por aqui
que não sou mulher de soneto
E teu amor que vejo sorrir
carrego como amuleto
sábado, 3 de novembro de 2007
continente, península, arquipélago e um mar vermelho...
eu te amo, porra...
aos cuidados da minha boca
você entrega
toda sua força armada
e eu, numa fome louca
m(amo) sua porra
até o fim dos mundos...
você entrega
toda sua força armada
e eu, numa fome louca
m(amo) sua porra
até o fim dos mundos...
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
o refúgio, meu lar virtual
"a casa abriga o devaneio, a casa abriga o sonhador, a casa nos permite sonhar em paz" (Gaston Bachelard).
Segundo o dicionário Aurélio: asilo, abrigo, apoio, amparo...
O refúgio: meu lugar seguro, meu canto, meu sótão.
O refúgio: meu ninho, minha casa, minha concha.
O refúgio: meu lugar do sonho, do pensamento.
O refúgio: meu lugar da alegria, da poesia, da melancolia.
O refúgio: meu lugar das paixões, minhas aventuras.
O refúgio: minha "imensidão íntima", dimensão salvadora.
Segundo o dicionário Aurélio: asilo, abrigo, apoio, amparo...
O refúgio: meu lugar seguro, meu canto, meu sótão.
O refúgio: meu ninho, minha casa, minha concha.
O refúgio: meu lugar do sonho, do pensamento.
O refúgio: meu lugar da alegria, da poesia, da melancolia.
O refúgio: meu lugar das paixões, minhas aventuras.
O refúgio: minha "imensidão íntima", dimensão salvadora.
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