terça-feira, 20 de novembro de 2007

sábado, 17 de novembro de 2007

prêmio

Recebi o Prêmio Escritores da Liberdade do meu querido amigo Jens. Pois é, disse a mim mesma que não iria aceitar nenhum outro prêmio. Agora cá estou, divulgando a premiação: não estou em condições de rejeitar mimos. Obrigada, Jens. Você é um anjo. Olha só, tomei a liberdade de dar um colorido ao certificado só pra combinar com esse refúgio. Tudo bem?
Beijos e grata pelo carinho, viu?

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

domingo, 11 de novembro de 2007

desalento

já não sei a quem falas
certamente não mais a mim

já encontraste um novo regaço
e eu
flor de lótus
jaz (mim)

sábado, 10 de novembro de 2007

bugigangas

susto eficiente é aquele que faz a gente
enxergar pela ótica da lua
***
se não há luar como o do sertão
que mal há em ser tão lunar?
***
chegou do sertão
trazendo sol e baião
me arreganhei todinha...
***
há samba na poesia
só não bebe quem é cego
***
faça um poema
coma a clara
e gema

do ar

procuro um verso alado
pago com gaivotas
e ventos de agosto

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

meus versos são teus

depois da regra
sangro novamente

com música indiana
sou flor de lótus

você
é a reg(r)a

terça-feira, 6 de novembro de 2007

cabra da peste...

você confunde minha bunda
pensa que é a bunda das outras
mas veja bem, meu amor
nenhuma delas tem a marca
marca sem patente, sem precedente
a marca vermelha do teu dente
a marca da marca da tua mordidacabradapeste

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Amor no Planeta Vermelho

estou nua e crua
estou quente
úmida

e meu sexo de Vênus revira-se pelo avesso
nesse amor insano
ao Homem de Marte

domingo, 4 de novembro de 2007

Acho Que Te Vi Sorrir

Não me fale da morte
se nossa história foi de alegria
Apenas faltou-me a sorte
eternamente em euforia

Teu claro-escuro barroco
fez-me a mais feliz das mulheres
Se não posso te ter como louco
ao menos lava esses talheres!

Não se aborreça, meu amor
com a minha piadinha
Já disse que sou de humor
não faço drama, faço gracinha

E vou ficando por aqui
que não sou mulher de soneto
E teu amor que vejo sorrir
carrego como amuleto

sábado, 3 de novembro de 2007

continente, península, arquipélago e um mar vermelho...

Gente, nesse daí rolou tanta coisa... pincel, spray, esfuminho, aquarela, contraste, acaso, acaso, acaso...

eu te amo, porra...

aos cuidados da minha boca
você entrega
toda sua força armada

e eu, numa fome louca
m(amo) sua porra
até o fim dos mundos...

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

o refúgio, meu lar virtual

"a casa abriga o devaneio, a casa abriga o sonhador, a casa nos permite sonhar em paz" (Gaston Bachelard).

Segundo o dicionário Aurélio: asilo, abrigo, apoio, amparo...

O refúgio: meu lugar seguro, meu canto, meu sótão.
O refúgio: meu ninho, minha casa, minha concha.
O refúgio: meu lugar do sonho, do pensamento.
O refúgio: meu lugar da alegria, da poesia, da melancolia.
O refúgio: meu lugar das paixões, minhas aventuras.
O refúgio: minha "imensidão íntima", dimensão salvadora.