Infelizmente, determinadas relações amorosas só nos oferecem duas escolhas: amar o outro ou amar a si própria. Ou seja, algo impossível - não há amor ao próximo sem amor a si próprio.
Todavia, esse mesmo amor (se ambos desejarem) pode adquirir novos contornos:
a ética/estética do amor fraterno...
"...quem poderá fazer aquele amor morrer se o amor é como grão? Morrenasce trigo, vive, morre pão" (Gilberto Gil, Drão).