terça-feira, 23 de agosto de 2011

metapoema 1



minha poesia
voa um pouquinho
e pousa


treme
não ousa


finge semente
mas se mente
é outra cousa



6 comentários:

Halem Souza disse...

Sugestão: talvez sua poesia devesse voar um pouco mais, tentar alcançar outras altitudes...

Tenho lido seus poemas. Não deixo comentários porque só consigo (grande limitação) discutir textos poéticos após olhar um conjunto grande de escritos do(a) mesmo(a) autor(a).

É provável que possa fazer uma avaliação mais adequada do que você escreve depois de ler muitos textos seus. Vou acumulando a leitura.

Um abraço.

conradopreto disse...

sobre penas, lavouras e um "q" de existência!! Curti de mais!!!

sandra camurça disse...

Halem, gosto muito da sua sinceridade, sei q você não faz comentário à toa, assim como sei que você não gosta de "poetas da internet", rs...por isso não se preocupe, querido. Mas é muito bom saber que você tem lido meus poeminhas :)

Quanto a alçar outras altitudes, sei não... meu vôo é rasteiro e sou uma preguiçosa assumida mas quem sabe? quem sabe?

Um beijo

***

Conrado, querido, gracias! :)
Um beijo

BAR DO BARDO disse...

um bom arranjo

como aqueles de flores

sandra camurça disse...

Henrique, eu curto uns arranjos mesmo :)
Beijos

líria porto disse...

li até aqui, confesso que gostei! obrigada pelas tuas visitas a meu blogue. besos