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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mini-manifesto Animals Bloc!

Toda essa polêmica em torno da utilização de animais como cobaias na indústria de cosméticos me levou a profundas reflexões... Acho que precisamos radicalizar e, além de beagles, coelhinhos, ratinhos e afins, também devemos libertar nossos irmãos bois do matadouro e nossas irmãs galinhas do galinheiro. São todos gente como a gente, bicho! Detalhe, quem vos fala não é uma herbívora! Ah, sem esquecer o nosso irmão jumento tão explorado quanto certos trabalhadores...

Por isso proponho desde já a formação de grupos de discussão para pensarmos em formas de estimular os animais a se libertarem de seus carrascos humanos com táticas Dog Bloc, Rabbit Bloc, Ox Bloc, Chicken Bloc, Donkey Bloc, bloc, bloc, bloc… muitos, muitos Animals Bloc! Uma emergência e uma insurgência! Uma verdadeira Revolução dos Bichos (não, nada a ver com aquela do Orwell). Incluindo aí, obviamente, os Bichos Escrotos tão difamados pelo cidadão dito civilizado. Alguém aí lembrou aquela música dos Titãs? Mas a “oncinha pintada, zebrinha listrada, coelhinho peludo”, não precisam se foder não!

Que tal? 


domingo, 6 de maio de 2012

Lua mais próxima da Terra...

moçada, lua cheia é lindo demais mas vi essa tirinha e não resisti...rs...


sou romântica, não nego, mas meu humor sarcástico tá no meu DNA, herança paterna...

quinta-feira, 10 de março de 2011

da Biblioteca Imaginária de César S.

Uma leitura filosófico-carnavalesca
por César S. (in aNImOt)


Aproveitei o carnaval para colocar em dia a leitura da obra do filósofo Abelardo Barbosa. Trata-se de um marco da onto-teo-logia ocidental, em uma obra cujo destaque é o conceito autoevidente de trumbicação, o qual levou O Filósofo a proferir, enquanto ria da estultície dos seus críticos: «Eu vim pra confundir, não pra explicar».

Discípulo de Heráclito, São Abelardo Barbosa reconhecia que havia críticas pertinentes à obra de seu mestre. Contudo, afirmava com convicção que «O mundo está em dicotomia convergente, mas vai mudar».

Ainda seguindo a tradição pré-socrática de investigar o cosmos e a natureza, deixou um aforismo no qual nos ensina que «A melhor lua pra se plantar mandioca é a lua-de-mel». 



O ponto alto do volume Santo Anselmo / Abelardo Barbosa da coleção Os pensadores é o argumento ontológico, no qual, após demonstrar que «Honoris causa é a mesma coisa do que hors-concours», São Abelardo Barbosa nos mostra, através de premissas que são axiomas necessários, analíticos e a priori, a inexistência de Deus. O argumento pode ser esboçado nas seguintes linhas:

  1. Quem não se comunica, se trumbica (Premissa 1)
  2. Deus não se comunica (Premissa 2)
  3. Logo----- (Conclusão)
O argumento ontológico de Abelardo Barbosa causou escândalo por todo o medievo, levando à proibição papal do ensino do conceito de truo-imbicare nas Escolas durante cinco séculos. No entanto, sua obra foi resgatada pelos apólogos da modernidade do início do século XX, tendo sido a influência marcante no argumento ontológico de Alfred Jarry. 

(Os ditos de Abelardo Barbosa citados acima foram retirados daqui.)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo com Mafalda

Descobri esta pérola da Mafalda, uma mensagem de
 Feliz Ano Novo ao estilo desta miúda genial!
Ah, no último slide tem que dar um pause
pra conseguir ler a mensagem final.
Besos!





segunda-feira, 13 de outubro de 2008

o cubismo

Les Demoiselles d'Avignon - Pablo Picasso

O cubismo nos permite uma nova apreensão da realidade. Nele, a perspectiva tradicional é substituída por outro tipo de visão de mundo (visão de mundo?), onde as coisas são vistas sob diversos ângulos, simultaneamente. Por isso que eu gosto do socialismo, ops, quero dizer do cubismo, até porque a Narizinho é ou não é neta da Dona Benta? Peraí, isso tá um pouco nonsense. Pra você ver como são as coisas: o socialismo pode se impregnar de anarquismo, ops, quero dizer, o cubismo pode se impregnar de dadaísmo. E por falar nisso, sabia que Dadá era namorada do Corisco? E Lampião e seu bando usavam sapatos com salto na frente pra despistar a polícia. É, que nem o Curupira que tem os pés às avessas, com os calcanhares na frente. Ah, e sabia que Lampião costurava e bordava suas próprias roupas? E ninguém questionava sua masculinidade. Mas eu estava falando sobre o quê mesmo? Ah, sobre cubismo mas deixa pra lá, isso é papo-cabeça demais para uma humilde anarquista-socialista-arquiteta-costureira como eu. E que ninguém venha questionar minha feminilidade, se não, se não...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

o que é o que é?



ao me ver nua
suas vogais pulsam
num ditongo crescente





Resposta: PAU

hahahaha... eita mulher besta...

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

cabeças


uuuu

PS: voltou a funcionar! voltou a funcionar! graças a um anjo, que atende pelo nome de Adriano, a máquina tá curada do dodói.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

quinquilharias

1. Nem tudo que tem significado é racional.
2. A razão não clama por tesão.
3. A meu ver, um pouco de tudo é bom saber.
4. As rimas dão sonoridade às limas.
5. Quem não tem nada à dizer é porque...sei lá.
6. As besteiras servem pra irritar os soberbos.
7. A paciência tem limite mas seus frutos são de chocolate.
8. Calma é pra quem não desalma.
9. E só desalma quem não tem dálmata.
10. O sentido tá carcomido.
11. Tudo tem um pouco de razão e aberração.
12. A melancolia me invade ou será que mora
em mim e extrapola?
13. Sob o sol não há dúvida somos todos só(i)s.
14. As sensações não têm senso nem ações.
15. Nem a camaradagem tem câmara mas agem.
16. E o supérfluo pode ser super mas eu não fluo fácil.
17. Feminino é um niño afeminado.
18. Ando muito ansiosa pra escrever. Dá pra perceber?
19. Vou dar um tempo pessoal.
20. Nganga que eu gosto...



domingo, 10 de dezembro de 2006

...mas a questão é que...


Questão de ordem:
sou desordenada
porque
não sigo ordens.

Questão de classe:
sou desclassificada
porque
não sou classificável.