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domingo, 12 de junho de 2011

feliz dia dos namorados!

Considero a Outkast uma das melhores bandas de rap estadunidense. E o disco The Love Below um dos grandes momentos da black music!

Pra curtir o dia de hoje indico o disco todinho, de cabo a rabo... Mas aqui no blog escolhi a música do dia dos namorados (Happy Valentine's Day) que nos isteites é dia 14 de fevereiro mas isso não importa, não é mesmo?

Curtam o som, independentemente de estar ou não namorando. Afinal a música vale, demais!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Superfly - trilha sonora


Um dos melhores álbuns dos chamados blaxploitations - filmes norte-americanos da década de 70 feitos para o público negro, com temática relacionada à realidade (um tanto estereotipada) dos negros. Superfly (1972) é considerado o disco mais importante de Curtis Mayfield, músico de soul e funk estadunidense, falecido em 1999.

Eu amo esse disco, é até difícil escolher uma faixa - todas são deliciosas - mas escolhi pra tocar aqui Freddie's Dead, até porque no youtube não tem muitas disponíveis.


Só um comentário: tem uma cena em  Pulp Fiction de Quentin Tarantino (diretor muito influenciado pelo blaxploitation) que sempre lembro quando ouço Freddie's Dead. É a cena em que o personagem de Bruce Willis, montando em sua motocicleta, diz pra namorada: "Zed is dead, baby, Zed is dead...". Será que Quentin Tarantino tinha em mente essa música? Ou quiçá o próprio filme, Superfly? Ou sou eu que "viajo" demais?

Eis Freddie's Dead, babies, Freddie's Dead...

terça-feira, 2 de março de 2010

apontamentos de uma louca



4. pra quem já esperou mil anos, esperar mais cem não custa nada. o problema é que quanto mais roço em suas palavras, menos o gozo me permite mentir;

2. gosto de gatos porque são verdadeiramente livres, livres como loucos, loucos de tão livres. livres e livros são pra comer. mas não como gatos, prefiro comer você;

3. às vezes você me irrita, mas quando lembro seus oinho triste, seu rosto cansado, dá vontade de lhe dar colo e lhe chupar (...) até o dia amanhecer;

1. o sentimento vaza como música em minha pele. quero asas pra sublimar o que digo, ao pé-do-ouvido, com meu coração supersônico!;

5. preciso ir, tenho pressa, mas pode crer: gosto de você à beça.

agora segue a música porque a ordem dos fatores não altera esse amor balbuciado. ou seria anunciado? ah, deixa pra lá...

sLy & tHe fAmIlY sToNe - if you want me to stay




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

uma música que eu amo numa versão delicadíssima



Sexual Healing de Marvin Gaye é maravilhosa em sua versão original, cheia de suingue e malícia. Mas Ben Harper, artista de rara sensibilidade, cometeu a proeza de transformá-la numa belíssima balada romântica. Deu no que deu. Lindo, não?

terça-feira, 12 de maio de 2009

pra tocar no rádio e no coração


Lá em casa, desde quando eu era pequenininha, sempre se ouviu muita música. Rolava de tudo: samba, forró, Roberto Carlos, Beatles, Secos & Molhados, Novos Baianos e até Elton John. Quando não tinha um disco tocando na radiola, o rádio estava sempre ligado. E foi nas rádios que eu conheci o estilo musical que mais mexeu (ainda mexe) com minhas emoções e libido.

Era início da década de 80. Eu tinha por volta dos 12 aninhos. Estava despertando para o romantismo e o erotismo - não necessariamente nesta ordem - ouvindo black music, estilo que foi paixão à primeira audição. Não me lembro quem ouvi primeiro, se Marvin Gaye ou Michael Jackson, se Diana Ross ou Earth, Wind and Fire, se funk, soul ou dance music. Não importa, estava tudo ali, nas entrelinhas, implícito - às vezes explícito - nas letras ou no groove das canções, toda aquela libidinagem deliciosa, seja em "Sexual Healing" do maravilhoso Marvin Gaye; ou na voz grave daquele negão muito macho, o Barry White; e numa vasta gama de cantores e cantoras black, grávidos de amor, alegria e sensualidade, que me impressionaram e impressionam... Não à toa esse estilo me fez mulher antes mesmo que qualquer homem me tomasse em seus braços. Coincidentemente ou não, foi por volta daquela idade que descobri a masturbação.

Agora eu fico pensando: Será que hoje eu escreveria poemas eróticos se não tivesse me iniciado na música bleque? Será que teria inventado versos como "até fuder macio" se um dia não tivesse ouvido aquela bela canção da Roberta Flack, "Killing me Softly"? Será? Sei não... Sei não...



PS: Quem quiser ouvir música seleta, de todos os estilos, do mundo inteiro, basta clicar aqui ó: http://www.zinedopirata.blogspot.com. Lá tem uma uébi-rádio criada pelo zineiro, jornalista e escritor Pirata Z. Esse rapaz sabe tudo ou, pelo menos, quase tudo de música.


Grata às meninas e aos meninos, de todas as idades, que têm visitado o meu refúgio.