quarta-feira, 14 de setembro de 2011

um poeminha de nada



do nada
faço poesia
de tudo




10 comentários:

Raul Motta disse...

noves fora
poesia
vida afora

Também me encantou tua concisão!

Abraços, bons caminhos...

Raul Motta disse...

P.S.: Sandra, faço postagens no meu há palavra sob o título geral de "Confluência[s]" onde dialogo com outros poetamigos e gostaria de pedir tua permissão para postar esta resposta-poema que dei ao teu "um poeminha de nada", citando você e teu blog - você deixa?
Abraços!

sandra camurça disse...

Claro, Raul! Até porque também quero lhe pedir licença pra, qualquer dia, trazer poemas seus pra cá, rs...

Ah, adorei sua resposta:

"noves fora
poesia
vida afora"

Bacana que você é professor de arte. Se soubesse teria imaginado que você já conhecia o trabalho do Banksy.

Abraços e muitos, muitos bons caminhos!

Raul Motta disse...

Gratíssimo, Sandra!

Diálogos são sempre muito estimulantes - e aproveito para deixar logo aqui minha licença feliz para suas abduções poéticas...

Abraços e inté!

Vais disse...

Querida Sandrinha,
outro dia fuçei o outras postagens e achei um texto seu de 2006 que não resisti, levei mes.

Assim, sem puxação nem rasgação, sua simplicidade e desprendimento para escrever..., me ensina vai? eheheh

adoro você
beijo imenso

sandra camurça disse...

Ai, Vais, deixa disso, sei ensinar não, escrevo assim, "do nada", rsrs... como diz Lau Siqueira, outro adepto da concisão, "poesia é matemágica" :)

Grata, linda!
Beijão
Também gosto um bocado de tu :D

Vais disse...

Sandrinha,
é fucei, né?
êta teclado!

beijão

Thaísa Spinelli disse...

Adoro quando se fala tudo em quase nada! E esse nada é tudo! rsrs gostei mesmo!

sandra camurça disse...

Olá, Thaísa! Bom que gostou :)
Um beijo

luiz gustavo disse...

"...a cor dei
às estrelas na paisagem
do rio..."