domingo, 26 de novembro de 2006

Antecipo-me

Antes de saber o que escrever
eu pego papel e caneta

Antes de decidir onde ir
eu escolho roupa e sapato

Antes de falares o que queres de mim
eu já estou nua...

5 comentários:

Jens disse...

Uau!, que calor!

Marisinha disse...

Amiga, você está escrevendo cada dia melhor. O macharedo aqui no Bar do Cabeça espera ansioso as tuas postagens. Os homens são tão infantis e previsíveis. Estás fazendo sucesso. Estou ficando com ciúmes (brincadeirinha).
Beijocas

sandra camurça disse...

Obrigada pelos elogios Marisinha mas sinceramente, sem falsa modéstia, não creio que esteja escrevendo cada dia melhor. Ando meio embaralhada com as palavras e as emoções. Mas passa, o tempo cura tudo. Não é mesmo? um beijão, amiga.

Marisinha disse...

Sandrinha, amiga: não seja boba. Você está sim, a cada dia melhor. E isso se reflete nas coisas que você escreve. Talvez não percebas, mas eu, que estou de longe, percebo. O Jens me deu o teu recado. Vou responder, mas não hoje. Preciso pensar um pouquinho. Me aguarde. Enquanto isso, tenha certeza: você está demais, amiga.
(Em breve vou te mandar uns poemas que adoro, da Bruna Lombardi. Acho que você vai gostar).
Beijocas.

Marisinha disse...

Ok Sandrinha, você pediu e eu conto: não sei o que te dizer sobre a turma, sexualmente falando. O Jorjão é um rapagão lindo, alto, forte, espadaúdo e viril. No entanto, só tem atração por animais quadrúpedes – não por acaso é conhecido como um contumaz barranqueador de éguas. Esta preferência é resultdo de um trauma na adolescência. Já contei lá no Marconi. Um dia conto aqui. Cabeça, empresário audaz, se nega a manter relacionamento íntimo com a clientela (cá entre nós, acho que não tem condições de manter relacionamento íntimo com ninguém – a não ser com a ajuda do viagra, é claro). O Caloca não faz o meu gênero, é intelectual: muita conversa e pouca ação. E o Jens...bem, o Jens é uma gracinha. Já trocamos uns amassos, arretos, beijos, carinhos...quase chegamos lá, mas sempre ficamos no quase, não sei porque. No mês que vem ele está de aniversário. Estou inclinada a dar a ele um presente que nunca vai esquecer. Quando acontecer te aviso e conto como foi.
Beijocas.